GENEZZE
Clareza do mercado · a máquina de venda · plano, dados e ritmo.
23 de setembro de 2026
Que mercado eu ataco, de que tamanho, qual é a oferta, qual é a dor e como eu a resolvo.
Como as oportunidades nascem, como eu as capturo, o que custa adquirir e o que custa evoluir.
Onde queremos chegar, como estamos hoje e em que cadência avançamos.
Tamanho · oferta · dor · solução
O triângulo não soma três nichos — cada vértice traz os outros dois. Ordens de grandeza, fontes públicas.
A empresa é o vértice de entrada porque chega trazendo os outros dois: cada colaborador cadastrado é uma pessoa dentro do sistema; cada empresa é demanda esperando por quem constrói.
Oito dores de quem tem 5 a 200 pessoas. Nenhuma é "falta de um sistema" — todas são falta de um lugar só.
E o que a lei manda — NR-1, ponto, RH, contabilidade — vem junto, como consequência de a empresa estar desenhada. É o menor dos problemas; só é o único obrigatório.
Ninguém paga para entrar em nenhum vértice. Cobra-se o que atravessa a aresta — e o que passa a depender do campo.
A empresa paga por pessoa atribuída. Recorrente. É a receita que financia a operação.
Sobre o que se fecha dentro da praça: app publicado, serviço contratado, projeto. Modelo de loja. Variável, escala com a rede.
IA, ambientes e capacidades do campo usadas por dentro — inclusive por sistemas trazidos de fora (entrada grátis, dependência paga).
Hipótese de trabalho para dimensionar: R$ 50 por assento/mês — a faixa de Google Workspace, Microsoft 365 e Slack no Brasil (R$ 40–120). Preço final é decisão aberta.
| Recorte | Empresas | Assentos | Receita de assento/ano |
|---|---|---|---|
| TAM | 1,2 mi | 20 mi | R$ 12 bi |
| SAM | 360 mil | 6 mi | R$ 3,6 bi |
| SOM · 3 anos | 2.000 | 50 mil | R$ 30 mi |
Só assento. A taxa de contrato e o consumo vêm por cima. E cada R$ 10 a mais no ticket = +R$ 6 mi/ano no SOM.
Como a oportunidade nasce · como capturamos · o que custa
Dois motores custam quase nada porque a rede faz o trabalho; dois exigem esforço comercial e pagam com velocidade.
Aos clientes de hoje, com o sistema rodando de verdade. Prova a praça antes de qualquer promessa.
Demonstração de dez minutos: a empresa desenhada, o colaborador convidado pelo WhatsApp, o computador pronto. A dor é “tudo passa por mim”; a prova é ver sair da cabeça dele.
Entrada grátis, sistema trazido de fora, clientes dela viram empresas pagantes. Uma SH = dez a cinquenta empresas.
Convite pelo WhatsApp, espaço pessoal grátis, sai da empresa e leva junto. Alimenta o vértice pessoal sem venda.
Hipótese mensal para a fase de lançamento — as taxas são o que vamos medir, não o que sabemos.
o sinal de ativação — se passa de 48h, o template da empresa não está entregando.
o multiplicador do ticket. Meta inicial: 25.
a prova de que a praça existe. Sem isso, somos só SaaS.
empresa que sai leva assentos; a barreira é o trabalho que passa por dentro.
Casa própria e colaborador-para-casa não têm custo de aquisição. A venda direta exige SDR e demonstração; parceiros exigem onboarding. O CAC médio cai conforme a rede cresce — é o oposto do SaaS tradicional.
Cada item do plano vira uma sessão de IA na bancada, com handoff automático. Ritmo medido no código: 110 arquivos alterados em 7 dias, 448 em 30. A equipe é multiplicada, não somada.
Uma infraestrutura serve todas as organizações. IA e ambientes são repassados por consumo — o medidor (carteira, extrato, burn-rate) já existe no sistema.
O que ainda precisa existir para a receita variável: o contrato como objeto do sistema (quem contratou quem, por quanto, com qual divisão) e a medição de consumo por capacidade — o embrião da segunda já está no código.
Onde chegaremos · como estamos · como avançamos
Medido no repositório e no banco em 23/09/2026. Não é projeção — é o que existe.
Metas propostas para calibrar. A regra não muda: não se abre a próxima porta antes de a anterior estar de pé.
A Goldie opera os clientes atuais nos itens de montar, andar e comandar.
Lançamento do vértice. Fecham a cadeira completa, tela compartilhada, suportes e Chatwoot.
Poucas software houses escolhidas trazem sistema e clientes.
Contrato como objeto + medição de consumo. Loja e serviços abrem.
Liberação pública dos 12 apps para quem já está dentro — e para todo mundo.
Rede rodando sozinha: SH trazem empresas, empresas trazem pessoas.
Entrega contínua.
Uma porta nova.
Uma fase.
Vértice grátis. Travessia paga. Depois do Brasil, o mesmo triângulo em qualquer país.